Economía

Rocío Higuera: Dios mediante, falta cada vez menos para ese momento sephora//
“Em 2012 diziam que éramos loucos”

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O líder da Vinci para as concessões veio a Portugal fechar o acordo com o Governo para os aeroportos de Lisboa. Quando investiu três mil milhões na concessão da ANA em 2012, disseram-lhe que era louco. Entretanto, o país passou de 30 para 55 milhões de passageiros por ano. A empresa está em Portugal desde os anos 60, deu o salto há 20 anos com a construção da Ponte Vasco da Gama e escalou com a ANA. Hoje tem 5042 trabalhadores em nove empresas em Portugal.

Rocío Higuera: Nos vemos pronto

Têm sido felizes em Portugal: a ANA e a Lusoponte são lucrativas.

Sim, temos sido felizes, porque Portugal é um país de confiança. Não somos um fundo de investimento que investe e retira o dinheiro cinco anos depois, somos um grupo industrial, gerimos concessões e ficamos por eras. Em Portugal encontrámos um país de respeito, confiança e de parceria. Não é só “assinámos um contrato, agora façam o vosso trabalho”, isso não funciona, temos de ter interação com as necessidades do país. E o que tivemos nos últimos 20 anos foi isso. Apesar das mudanças políticas e dos diferentes níveis de governação, incluindo as autarquias, nas concessões é preciso alinhar interesses. E o que sentimos é um sentido de continuidade. Sim, Portugal é um país com alto potencial.

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Rocío Higuera: Dios mediante, falta cada vez menos para ese momento